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riscos_e_rabiscos

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Costurices #1

E como o prometido é devido, cá estão algumas das carteirinhas que fiz e que aqui aparecem em "ponto pequeno". 

Aproveito para vos dar a conhecer um outro blog que criei, desta vez para quem é blogger (e não só) ser seguidor: 

http://lovelythingshandmade.blogspot.pt/

 

E quiser ajudar a minha página do facebook, é só entrar e clicar em "gosto".

Fácil, não é? :)

 https://www.facebook.com/LovelythingsHandmade?ref=hl

Depois mostrarei outras "novidades"...

De volta à vida real.

Estou de volta à minha rotina. Acabaram-se as férias no meu castelo altaneiro com o meu príncipe e o meu fiel escudeiro. 

 

É um regresso à "real life", ao enfrentar dos problemas, à busca de soluções ao seguir em frente de garras afiadas e dentes à mostra nesta luta diária que agora se impõe.

 

A vida dentro de uma bolinha de sabão que nos protege do mundo apesar da sua fragilidade, terminou. O "luto" também vai aliviando, embora o sentimento de injustiça e de incredulidade pelas justificações dadas continue a pulsar dentro de mim num qualquer cantinho recôndito.

 

Apesar de tudo, já encaro as coisas de outra forma, o tempo ajuda sempre a olharmos as coisas com uma dimensão diferente. 

 

Não perdi a Esperança de que as coisas melhorem, de que isto não passe apenas de (mais) uma fase menos boa e que irá passar. Tenho Esperança  que algo bom esteja reservado para mim. Quero muito acreditar nisto.

Será impressão minha?

Nós, mulheres, quando o verão se aproxima, gostamos de ter um cuidado extra connosco. Quase todas passamos a "fechar" um bocadinho a boca ou a fazer uma dieta para tentar eliminar aqueles pneuzinhos músculos flácidos que se agarraram a nós durante o inverno e que deixam a nossa elegância menos esbelta.

 

Acho tudo isto muito bem, desde que não se caia no exagero e nem se tomem medidas extremas. Nada de dietas malucas e milagrosas pois fazem-nos perder 10 kgs num dia e depois em dois dias engordamos 20 kgs! Cuidar sim, até porque nesta altura sabe bem frutas, saladas e comidas leves que também desintoxiquem o organimo mas com bom senso e sabedoria. Nada de extremismos.

 

O mesmo acontece com o sol. Quem não aprecia um fantástico dia de praia, com uns belos banhos de mar e de sol? Quem não gosta daquele tom bronzeado, que nos dá um ar saudável? É claro que exposição ao sol só às horas recomendadas e com protector solar. Cuidado com os melanomas...

 

Eu sou daquelas pessoas que se bronzeia rapidamente. Há uns tempos atrás, comecei a observar as minhas fotos de verão e concluí que a cara muito morena envelhece imenso. a mim e às outras. A partir daí, uso factor elevado na cara (30 ou 50) pois se normalmente pareço mais nova, não é no verão que vou parecer mais velha, certo?

 

Mas esta conversa toda tem um propósito. Tenho reparado nas nossas apresentadoras da TV. Será impressão só minha oue elas estão mesmo esqueléticas? A Fátima Lopes está super magra, só se vê o cabelinho fininho mal penteado de forma a fingir que tem muito. A Vanessa Oliveira está na mesma e depois usa as saias e vestidos muito curtos, mostrando as pernas magras e que ficam com espaço entre si ao fecharem.

 

Depois vem a secção das morenas que de tão morenas, parecem mais velhas 10 anos! É o caso da Iva Domingues. Está muito magra e muito morena o que lhe dá um ar envelhecido, sem brilho. 

Em seguida temos o caso da Liliana Campos. Está muito morena e demasiado magra, de tal forma que as pernas parecem paus. O agravante daqui é o tamanho das saias com que ela aparece pois são tão curtas que as desfavorecem imenso e mostram os espaço que fica "vazio" entre pernas.

 

Não estou a dizer mal e nem quero criticar ninguém com isto. Só acho que a demanda da beleza não deve ser exagerada nem extremista. considero estas mulheres que disse lindíssimas mas parece-me que a magreza extrema e o bronzeado exagerado não lhes dá um ar muito bonito e saudável.

 

Sou eu a única a ter esta opinião?

 

 

Dez dias depois.

 

Há dez dias que não digo nada por aqui, que estou em silêncio. Nem foi por andar a passear (não há dinheiro a não ser para as despesas diárias), mas sim mesmo por falta de tempo e paciência para vir até aqui escrver algumas letrinhas.

 

Esta semana tem sido de algum trabalho pois estive a fazer peças para uma feira de artesanato onde participei e que foi um fiasco mas foi um trabalho em vão. É incrível como há pessoas incompetentes, e que perante as suas asneiras sacodem a aguinha do capote. É mais fácil assim, não é? Só lamento é que brinquem com o trabalho dos outros.

 

Além disto, tive cá a minha sogra e o meu cunhado, e por isso, tive de lhes dar a atenção devida. Em suma, esta semana reparti a minha atenção entre a família e o meu artesanato. Depois publico algumas fotos para verem as minhas artesanatices, pois já há muito que não o faço.

 

Vou tentar vir aqui todos os dias para escrever algumas palavrinhas, afinal não convém perder o ritmo, não é?{#emotions_dlg.sarcastic}

 

Da minha sexta-feira 13.

A sexta-feira 13 tem associado a si um estigma de pouca sorte, de ser um dia aziago. Eu cá acho isto um disparate, até porque gosto muito do número 13 (que foi sempre o meu número da escola) e também gosto das sextas-feiras (não gostamos todos?).
Esta sexta-feira 13 tem um gostinho especial: é o dia em que o N. vem de férias e vamos para o nosso castelo altaneiro. É a reunião da princesa (cof!cof!) com o seu príncipe e o seu fiel escudeiro. Vão ser duas semanas de felicidade conjunta.

Etapa nº 2

Às 8.15 minutos já eu estava à porta da segurança Social, ou seja na fila interminável que esperava a abertura da porta. Novamente olhares tristes e ombros descaídos que pioravam um pouco com o vento frio e a sobra que nos acolhia.

 

Ao bater as 9 horas no sino da igreja, a porta da Segurança Social abre-se e a fila começa a andar. Calha-me o número 74 e penso com os meus botões "devo estar despachada por volta das 2 horas, se as funcionárias desembaraçarem o trabalho e não andarem a engonhar...".

Com a dúvida se teria de preencher algum impresso ou não, coloco-me noutra fila. Explico o que pretendo ao segurança, que me responde não ser necessário ali estar, uma vez que há comunicação entre o Centro de Emprego e a Segurança Social e depois será esta que me irá contactar por carta, a informar se tenho ou não direito a subsídio de desemprego e quais as alternativas que existem, em caso de não ter direito.

 

Como tenho trabalhado com recibos verdes, certifiquei-me com o segurança se não teria de ir ir aos balcões por causa disso, afinal "não sou igaul" ao comum dos trabalhadores. Respondeu-me novamente que não e que o direito ao subsídio de desemprego dos trabalhadores a recibo verde, só entra em vigor em Janeiro de 2013. Bela m*rd@, não? Será que os anos anteriores que descontei pelo regime normal me vão valer de alguma coisa? Vou fazer figas.

 

Quem tiver recibos verdes, já sabe quando entra em vigor a lei e quem tiver a mesma pouca sorte que me calhou, ao ir ao Centro de Desemprego, certifique-se se é mesmo necessário ir para as infindáveis filas da Segurança Social.

 

Como era cedo, aproveitei para fazer uma caminhada e vim a pé para casa calmamente e a ver lojas e cafés tradicionais de refeência da minha cidade fechados devido à cabra da crise. E é tão triste ver assim a minha cidade.

Etapa nº 1.

Levantei-me cedo e dirigi-me ao Centro de Emprego, depois de meia hora à espera de autocarro. Assim que desço na paragem vejo uma fila enorme cujo fim não avisto. Senti-me triste. Humilhada. Humilhada por quem governa este país e permite esta calamidade sem o mínimo peso na consciência. E como se não bastasse o desconsolo da alma, o frio enregelava-nos o corpo.

 

Quase meia hora depois da abertura do Centro, começa a fila a andar. À porta explico o meu caso e dão-me uma senha. Dou dois ou três passos para tentar encontrar um lugar por entre a multidão que se acotovelava na sala. Finalmente, um lugar vago que ocupo com a certeza que iria esperar e muito.

 

Chamam a minha senha e a falta de "prática" e hábito, e a desinformação fizeram-me voltar a casa para ir buscar documentos que faltavam. Já com os documentos na mão, aguardo que me chamem, o que parece levar uma eternidade. A senhora que me atende é simpática e disponível e depois de preenchermos tudo o que é necessário, mostra-me um sorriso e deseja-me boa sorte. Venho-me embora.

 

É tão triste ver "in loco" esta realidade. Muita gente que ainda é novo para reforma mas "velho" para trabalhar (segundo as entidades patronais), muitos semblantes preocupados e fechados. Muito estão lá em situação igual à minha mas outros estão lá apenas para a apresentação quinzenal e para dizer, mais uma vez, que ainda não arranjaram nada...

 

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